domingo, 16 de julho de 2017

Para dormir até acordar

Desde o dia 10, quando entraram em férias da escola, até o dia 26, quando voltam à realidade, meus filhos vão poder dormir até acordar, o que não significa que eles vão querer ficar na cama até, como eu gostaria, tarde, depois das 8, porque cedo mesmo é na hora que coloco os pés no chão, por volta das 3. Como tudo na vida tem dois lados, o ruim é que, ficando o dia todo em casa, eles vão ter mais tempo para me deixar trabalhar menos e mais angustiado, seja fazendo barulho, uma grande dor de cabeça para quem precisa de silêncio, seja me chamando para brincar, já que ainda não têm idade para saber que, apesar de meu corpo estar em casa, minha cabeça está no trabalho, quase sempre correndo contra o tempo para não atrasar a entrega do que me chega à mesa.
O bom é que todo dia eles não vão me ver pegando no pé deles na hora de ir dormir e acordar, vão ter a semana toda para brincar, de preferência, fora da casa deles, que é mais divertido, e dar um descanso ao avô deles, que leva e traz Amy, aproveitando para pegar Mitsuo, que vai para a escola com a mãe deles. Um dia depois de entrar em férias, Priscilla, que até o fim desta semana também vai poder dormir até acordar, já os levou para o primeiro passeio nestas férias, a Fazendinha Estação Natureza, que fica a poucos minutos do Aeroporto de Congonhas, perto de onde moramos. Passando a tarde toda na fazenda, as crianças viram cavalos, vacas, cabritos, ovelhas, jabuti, patos, galinhas, galinhas-d’angola, que minha mulher, que não é da roça, achou que fosse peru, andaram de charrete e dirigiram um carro um helicóptero de madeira.

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